quinta-feira, 18 de setembro de 2014

AUDIÊNCIA PÚBLICA NA ALERJ DISCUTIU A PERSEGUIÇÃO AOS PROFISSIONAIS GREVISTAS


Eu participei da Audiência Pública. Já está caracterizado, que o Secretário de Estado de Educação está agindo de forma vingativa. Ele não aceita se submeter às determinações do próprio Governo, porque o Governador, também através de decreto, impôs ao Secretário providências, medidas, e o Secretário não as cumpre. Quer dizer, o Secretário se coloca acima do Governador do Estado. Não sei se ele tem autoridade para tal ou se é um ato de indisciplina, mas ele comete uma ilegalidade.

Então, se ele está interessado em desorganizar, em intranquilizar a relação com os professores, que é o que ele vem fazendo... Imaginar que as turmas não tenham continuidade das aulas. Na reposição, fica impossível, porque o professor não pode estar lotado numa escola e ter que recuperar as aulas perdidas em outra.
Sugeri na Comissão, e estamos recolhendo – a representação dos profissionais da Educação ficou de encaminhar ao gabinete do Deputado Comte Bittencourt um inventário de todas as ilegalidades e perseguições -, e a minha sugestão é que possamos fazer uma representação no Ministério Público para que o Secretário de Estado de Segurança Pública possa inclusive, se for o caso, e eu mesmo estou analisando, dar prática de crime de responsabilidade, porque ele não está cumprindo o decreto do próprio Governador. Chega a ser algo surpreendente, mas não é estranho, em se tratando do Secretário Wilson Risolia, que é uma espécie de imperador ou ditador, à frente da Secretaria de Estado da Educação.

Então, o acordo aqui foi feito. Em decorrência do acordo, o acordo encampado pelo próprio Governador, e o Secretário insiste em perseguir, em infernizar a vida especialmente daqueles que, no movimento grevista, foram os mais atuantes. Ele não se conforma com isso; vê como um desafio à autoridade dele e o que ele quer é punir. E nós não podemos concordar.

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