quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Governo Sérgio Cabral quer derrotar os profissionais da Educação, quer aniquilar o movimento, demonstrando com isso o seu descompromisso.

Um Governador que age como Sérgio Cabral com os profissionais da Educação, certamente há muito perdeu a compostura e não merece respeito. 

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Carta dirigida a todos os Deputados

Recebi uma carta, de uma aluna de dez anos, do 4º ano, Helena Tavares de Freitas. A carta  fala da importância de São Gonçalo, a importância de Guaxindiba, que não tem saneamento básico, que tem duas linhas de ônibus. Retrata i o sofrimento da população e reconhece a falta de prioridade do Governo que não dá atenção e não ouve a população.


“Senhores Deputados, boa tarde!

Meu nome é Helena. E a pergunta é minha e de meu pai:

Por que São Gonçalo, sendo o 2º maior município do Rio de Janeiro, a nível de população e Guaxindiba é polo industrial, hoje, São Gonçalo, com 15 empresas e sendo construído o terminal da linha 3 do metrô, não temos água encanada, saneamento básico, asfalto e refém de uma única entrada e saída, com duas linhas de ônibus, que a Setrerj alega que as mesmas (Icaraí e Tanguá) não pertencem à linha e fazem o que querem, onde o último ônibus sai do bairro às 10 horas e do Fórum às 11 horas, e durante o dia os intervalos entre um carro e outro chega a passar dos 50 minutos?

Escola Municipal Guaxindiba – São Gonçalo

Helena Tavares de Freitas – 10 anos (4ºano)”

CONVITE


quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Os policiais militares estão sendo superexplorados, vítimas de um abuso, de um desrespeito a um elementar direito de qualquer trabalhador, militar ou não.


CONVITE


Sobre o projeto de lei que proíbe o uso de máscaras em protestos.

As manifestações que temos verificado no Estado do Rio de Janeiro são contra o Governo.
Falam em atos de vandalismo. Ato de vandalismo maior do que a demolição do Iaserj Central, na Praça da Cruz Vermelha, talvez não haja. Talvez não tenha havido em nosso Estado ato de vandalismo maior que se equipare ao fechamento do Instituto de Infectologia São Sebastião, no Caju; talvez, não fora a manifestação popular incluindo alguns atos de vandalismo, o Governador não teria recuado na demolição do Célio de Barros, ou do Júlio Delamare ou, ainda, do Museu do Índio.
A grande questão é que vivemos num Estado em que o próprio Governo patrocina vandalismos com algumas políticas públicas. Basta olhar como está a Saúde no nosso Estado. Quando os professores estão em greve, a intervenção é judicial, porque eles estão exercendo o direito de greve. Mas a intervenção judicial multando o sindicato demonstra claramente que a pretensão do Governo é silenciar a opinião pública e, o pior, é o mesmo Governo que manda a tropa para a rua e depois recolhe as fitas para dizer que vai punir os policiais que agiram com excesso. Afinal de contas, de que lado o Governo está? Do lado da manutenção da ordem, ou do lado da sua própria preservação?
Falo com alguma autoridade, porque tive a oportunidade de participar da elaboração da Constituição promulgada no dia 5 de outubro de 88. A Constituição fala: “Todos podem reunir-se sem armas”. A Constituição não fala, sem máscaras; não fala sem mochilas. Qualquer dia o uso da mochila será proibido, porque ela permite carregar pedras.
Caminho para dizer que as ditaduras sempre contam com Parlamentos aliados. As ditaduras que não contam com maiorias parlamentares, elas fecham o Parlamento. A Assembleia Legislativa, hoje, além de ter aprovado um projeto flagrantemente inconstitucional, se submete à ditadura de um Poder Executivo, que vem sendo execrado nas ruas.