quarta-feira, 29 de maio de 2013

Caso Pastor Marcos Pereira - Denunciante confessa prática de crime

“O presente inquérito foi aberto no dia 1º de março de 2012, para apurar os fatos noticiados pelo jornal Extra, sendo comunicante o nacional José Pereira de Oliveira Junior, José Junior do AfroReggae, para apurar os atos praticados, ou supostamente praticados, pelo Pastor Marcos Pereira.”

No depoimento que ele presta na Delegacia é dito o seguinte: “José Júnior afirmou que soube, através de chefes do narcotráfico e líderes comunitários por ele conhecidos”. Somente esta afirmação já deveria ter feito com que a autoridade policial desse voz de prisão ao Sr. José Júnior. Como é que ele confessa uma relação íntima com chefes do narcotráfico, sem que pelo menos tenha sofrido a represália legal consequente?

Vem o segundo denunciante, também Pastor que rompera, à época, a sua relação com o acusado ou denunciado. É o Pastor Rogério Ribeiro de Menezes. Ele diz – e está aqui registrado – no depoimento que prestou à autoridade policial: “Que era produtor de eventos nas favelas, recebendo pagamento dos traficantes que variavam de cinco a vinte mil reais.” Como é que alguém chega a uma delegacia para prestar depoimento e diz que organizava eventos nas favelas e recebia o pagamento dos traficantes? Essa confissão deveria ter merecido imediata voz de prisão. Não! Nada foi feito.

Deputado Paulo Ramos quer explicações do governo sobre contratação de temporários

O deputado Paulo Ramos, líder da bancada do PDT na Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), disse à FOLHA DIRIGIDA que irá cobrar explicações do governo do estado sobre a contratação temporária realizada pela Secretaria de Administração Penitenciária (Seap), para diversos cargos. O parlamentar fez coro com o Sindseap-RJ, que denunciou recentemente não haver emergência na pasta que justifique contratações sem concurso público.

“A Constituição só protege a terceirização no serviço público em situações excepcionalíssimas. Essa é mais uma transferência e omissão de responsabilidade do Estado. Eu defendo a realização de concurso para a administração pública em qualquer área: técnica, de apoio ou saúde. Todos sabem que a Constituição estabelece que o ingresso no serviço público deve dar-se por meio do concurso, e que os servidores devem ser estatutários, devem ter Plano de Cargos, Carreira e Salários”, afirmou o parlamentar.
 
Segundo Paulo Ramos, o Poder Executivo utiliza inúmeras formas para driblar o preceito constitucional, entre elas, fazendo contratação por meio de OSs, Oscips, ONGs e outros mecanismos de terceirização. “Temos verificado a insistência, inclusive do atual governo do Rio de Janeiro, em não realizar, de acordo com as exigências naturais, concursos públicos permanentemente. Mesmo quando realiza concurso, insiste também em não admitir os aprovados dentro do número de vagas em edital ou do número de vagas existentes, fazendo uso de terceirizações e contratando sob as formas mais diversas.”
 
O deputado diz ainda que Seap realizou concurso em 2012 para inspetor penitenciário - estando ainda em vigência -, mas que a pasta não admitiu os aprovados. “O Supremo Tribunal Federal, em importante decisão, concluiu que todos os aprovados em concurso público, mesmo aqueles que estejam classificados além do número de vagas disponibilizado no edital, deverão ser admitidos, desde que ainda haja servidores terceirizados ou contratados sem concurso. Portanto, não é justificável a realização de um processo seletivo temporário para a Seap”, concluiu.
 
Reprodução  FOLHA DIRIGIDA

Criação de novos municípios.

O Congresso Nacional agora caminha para concluir a votação da regulamentação do dispositivo constitucional que permite a criação de novos municípios. Aqui, no Rio de Janeiro, nós temos pelo menos um distrito em Cabo Frio, o Distrito de Tamoios, que está um pouco mais avançado, porque a Alerj aprovou já uma lei para a iniciação da criação. Pendente está da votação no Congresso Nacional, que, aliás, tem um embate com o Supremo Tribunal Federal, porque isso já deveria estar regulamentado há muito tempo, mas o Congresso Nacional vem procrastinando.
Agora sai uma reportagem grande tratando da criação de novos municípios na perspectiva da aplicação de recursos públicos, isto, a criação de Câmaras de Vereadores, etc. Quantos municípios foram criados e hoje o êxito é grande para a população? A população de Tamoios, 2º Distrito de Cabo Frio, defende a emancipação, defende a criação do município. Mas o jornal O Globo, que trata com mais de uma página da criação de novos municípios, condenando a criação, quando fala do Distrito de Tamoios, da lei votada na Alerj para que seja feito o plebiscito, sequer cita os autores da iniciativa, porque a norma que está em vigor é de autoria deste Deputado que ocupa agora a tribuna, Paulo Ramos, e do Deputado Sabino, hoje Prefeito de Rio das Ostras. Mas o cinismo, a agressão é tanta, que a matéria diz que a população no período eleitoral recebe muito a visita de candidatos, sem dizer que alguns se solidarizam com a luta da população e que, de dois em dois anos, temos eleição e todo o Estado do Rio de Janeiro é visitado, independentemente de ser um distrito ou município que esteja lutando pela emancipação, como é o caso do Distrito de Tamoios.
De qualquer maneira, a luta em Tamoios continua. A população do 2º Distrito de Cabo Frio quer a emancipação, porque sabe que, através da emancipação, o Distrito de Tamoios vai crescer e prosperar para o bem daquela população.

O sistema Globo cresceu com a ditadura

A mentira passa a ter credibilidade desde que patrocinada pelo Sistema Globo. Porque o Sistema Globo cresceu com a ditadura. Cresceu “mamando nas tetas” do Governo por meio da força política que teve o seu principal controlador, já falecido, Roberto Marinho, mas que deixou herdeiros que controlam os mesmos instrumentos, os mesmos mecanismos. 
 

quarta-feira, 22 de maio de 2013

MISSA NO QG DA POLÍCIA MILITAR

Hoje dia (22) foi realizada uma  Missa na Capela da Irmandade Imperial de N. Sra. das Dores, construída no século XIX no terreno do Quartel-General da Polícia Militar.
A demolição do quartel-general da polícia militar, é um atentado a um patrimônio histórico que não pertence exclusivamente à Polícia Militar, pertence a toda a população. Portanto, mais uma vez, o meu protesto pela irresponsabilidade com que está sendo tratado o quartel-general da Polícia Militar e com a irresponsabilidade com que a Corporação vem sendo tratada. O Governador Sérgio Cabral não tem compromisso para com a segurança pública; não tem nenhum compromisso com o patrimônio público.
Capela da Irmandade Imperial de N. Sra. das Dores

quinta-feira, 16 de maio de 2013

“O partido está traindo a sua história”

A bancada do PDT na Alerj – composta por sete deputados estaduais – poderá ficar menor. Paulo Ramos, no partido desde 1988, responde a processo no Conselho de Ética da legenda por expor publicamente divergências com a posição da sigla no Estado do Rio e corre o risco de expulsão. O parlamentar considera que o PDT virou um “balcão de negócios”. Está sendo ainda cortejado por outras legendas, entre elas, o PT.
“Estou sendo acusado de difamar o partido e que ele se contradiz hoje com a sua tradição trabalhista. A legenda faz conchavos e hoje apoia o Governo Sérgio Cabral, tendo duas secretarias, a de Desenvolvimento Regional, Abastecimento e Pesca (com Felipe Peixoto) e Defesa do Consumidor (Cidinha Campos). Se eu for expulso, não recorrerei. Lamento tudo o que está acontecendo. O ex-governador Leonel Brizola (fundador da sigla e falecido em 2004) deve estar se revolvendo no túmulo. O partido traiu a sua história. Defendo a renúncia do presidente nacional e regional do PDT, Carlos Lupi e de toda a diretoria do diretório fluminense”, criticou Ramos, que ainda não decidiu para onde irá, caso seja expulso. “Muitos militantes estão descontentes e sairão comigo”, acrescentou.
O vice-presidente estadual do partido, José Bonifácio Novellino, contou que o parlamentar está respondendo ao Conselho de Ética há pouco mais de um ano e que as penalidades previstas são a advertência pública, suspensão e expulsão. “Há mais de um ano ele fez um pronunciamento na Alerj criticando a posição do PDT no estado e me acusou de articulando junto aos diretórios para que nós apoiássemos o governo. Não é verdade. Viajei pelo interior para divulgar as datas das convenções municipais e acompanhar a formação de chapas. Não comprei ninguém. O apoio ao governador foi decidido em 2010 pela maior parte dos 130 integrantes do diretório regional e apenas Ramos e mais cinco foram contra. Ao invés de respeitar a decisão da maioria, expõe publicamente as divergências internas. Decidimos integrar a administração estadual só a partir de 2011. Cabral não comprou ninguém. O deputado está tendo ampla defesa. Já foi convocado algumas vezes e não compareceu”, explicou o dirigente.
Novellino contou que a legislação permite que, caso Ramos saia do partido, o partido peça a devolução de seu mandato. “Caberá ao diretório decidir sobre isso, se ele for expulso. Porém, quando Wagner Montes, Myriam Rios e Marcos Soares (que foram para o PSD em 2011) saíram, nós pedimos o mandato de volta. O processo corre no Tribunal Superior Eleitoral”, lembrou.

REPRODUÇÃO " A TRIBUNA "

Piores do que os gringos que nos compram são os brasileiros que nos vendem

Tenho uma posição clara em relação ao sistema Globo

CONVITE


quinta-feira, 2 de maio de 2013

Operação Purificação - moralização dos quadros das Polícias Militar e Civil.


Tem havido várias ações, inclusive, com ampla publicação nos meios de comunicação, sobre envolvimento de policiais com práticas delituosas, com desvios de conduta. Não posso imaginar que haja um cidadão qualquer que não defenda a moralização dos quadros das Polícias, como também do serviço público de modo geral.
Como a divulgação e a ação envolve nome de pessoas é preciso que haja muito cuidado para que ninguém seja alcançado injustamente e tenha seu nome divulgado, porque as consequências são as mais danosas, não só para o atingido, como também para sua família.
Tomei conhecimento de que o PM, Sargento Ricardo Luís Ferreira Júnior, estando de serviço na cabine da Polícia Militar, no Calçadão em Bangu, numa ação espetaculosa, foi preso e a ação policial estava acompanhada de representantes da Rede Globo de Televisão. O Sargento Ricardo foi retirado da cabine, na presença de todos os passantes, teve sua carteira apreendida e foi levado para a delegacia. Mesmo tendo explicado que não tinha envolvimento com nada e que o numerário que estava na carteira resultava de saque, por ele feito, na agência bancária de sua própria conta, foi levado para a delegacia. Em lá chegando, a autoridade policial ouvindo tudo o que ele relatava, e comprovando imediatamente ser verdadeiro o seu depoimento, o liberou sem qualquer outra explicação.
Agora, o Sargento Ricardo Luís se sente sem condições psicológicas e sem outras condições para permanência no mesmo local de trabalho, porque será alvo, obviamente, de toda a execração.
A luta, as providências se são tomadas – como eles dizem – para depuração dos quadros da Polícia, são sempre bem-vindas. Mas, é preciso um cuidado muito grande para que inocentes não sejam envolvidos e fiquem com a honra alcançada sem possibilidade, depois, de buscar qualquer reparação.
A minha solidariedade e abraço ao Sargento Ricardo Luís Ferreira Júnior que, se depender de minha orientação, ele deve processar aqueles que praticaram esse excesso, criando dificuldades em relação à honra do sargento.

DIA DO TRABALHO