sexta-feira, 29 de outubro de 2010

BOLETIM INFORMATIVO - OUTUBRO DE 2010



Deputado Paulo Ramos convoca Secretário Sérgio Côrtes


O presidente da Comissão de Trabalho, Legislação Social e Seguridade Social da Assembleia Legislativa do Rio, deputado Paulo Ramos (PDT), convocou o Secretário de Saúde do Estado do Rio de Janeiro, Sérgio Côrtes, para reunião às 13:30h do dia 04 de novembro de 2010 - 5a feira, na sala 311 do Palácio Tiradentes, com os membros desta Comissão para prestar esclarecimentos sobre as condições de trabalho dos servidores do Hospital Pedro II em decorrência do incêndio ocorrido nas instalações do mesmo.

“Estive com representantes da categoria que tanto tem clamado para que as investigações sobre as causas do incêndio sejam plenamente esclarecidas. Alguns consideram que a origem do fogo pode ter sido criminosa, viabilizando o fim do hospital. Ouvi denúncias de técnicos que garantem que o número de óbitos pode chegar a quinze, e não cinco, como apontaram os dados oficiais. Porém, tudo deverá ser cuidadosamente apurado e esclarecido”, ressaltou o parlamentar.

Projeto 3.323/2010

Rio começa a discutir criação de conselho

Começou a tramitar esta semana na Assembleia Legislativa do Rio projeto de lei para a criação de um órgão de orientação e acompanhamento dos meios de comunicação locais. De autoria do deputado Paulo Ramos (PDT), o projeto 3.323/2010 prevê a formação de um conselho com 23 pessoas, seis delas do poder público, para o acompanhamento das atividades da imprensa falada, escrita e televisionada.

O Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Rio, seguindo posicionamento da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), é a favor da criação do conselho. "Não se trata de um controle público, mas da sociedade civil, com jornalistas e empresas no conselho", disse a presidente do sindicato, Suzana Blass.



quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Sami Jorge vai receber Medalha Tiradentes

O ex-presidente da Câmara Municipal do Rio de Janeiro, Sami Jorge Haddad Abdulmacih, vai receber, na quarta-feira (17/11), das mãos do presidente da Comissão de Trabalho, Legislação Social e Seguridade Social da Alerj, deputado Paulo Ramos (PDT), a maior honraria concedida pelo Parlamento fluminense, a Medalha Tiradentes. A cerimônia será no Plenário Barbosa Lima Sobrinho, às 18:30 horas.“Trata-se de uma personalidade merecedora de todo reconhecimento pela dedicação de sua vida à luta social”, justificou o pedetista.

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Caminhada no centro do Rio em favor da candidatura da Dilma Rousseff.

O presidente regional do PDT José Bonifácio, deu início a grande caminhada ontem dia 25 pelas ruas do centro, até a Central do Brasil.

"Venho proclamar que, no dia 31, votarei para a Presidência da República, na ex-Ministra Dilma Rousseff, número 13, porque entendo, numa avaliação de todo o nosso processo histórico, que a ex-Ministra Dilma Rousseff reúne o que resta em mim de esperança e de expectativa em relação ao presente e ao futuro do nosso país". 
Paulo Ramos

Deputado Paulo Ramos requereu a criação de Comissão Especial para acompanhar o processo de falência da Varig


Deputado Paulo Ramos na defesa do Piso Salarial



O presidente da Comissão de Trabalho, Legislação Social e Seguridade Social da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), deputado Paulo Ramos (PDT), convidou o Procurador do Trabalho João Carlos Teixeira e o secretário geral do sindicato dos frentistas e membro da comissão que acompanha os projetos de interesse do trabalhador da força sindical, Alexsandro dos Santos Silva, para um debate na TV Alerj no programa "Alerj Debate" onde discutiram a importância da Lei nº 5627 que trata a questão do piso salarial no Estado do Rio de Janeiro.  
 Paulo Ramos debateu em audiência pública, por diversas vezes, esta Lei, que fixou o piso salarial de várias categorias de trabalhadores no Rio de Janeiro, mas teve seus efeitos suspensos por força de liminar a partir de ação da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan). O deputado lamentou a decisão da Justiça e defende a norma que, segundo ele, é uma garantia da conquista da classe trabalhadora do Rio de Janeiro. “Essa é uma conquista fundamental especialmente das categorias profissionais menos mobilizadas e que mais precisam da proteção legal”, afirmou o parlamentar.

  

HOSPITAL PEDRO II - ingressei com duas representações junto ao Ministério Público



Texto da Ordem do Dia


O SR. PAULO RAMOS (Pela ordem) - Sr. Presidente, estamos recebendo aqui na Casa uma representação dos servidores do Hospital Pedro II.

Todos sabem que houve a explosão do transformador do Hospital Pedro II acarretando graves consequências, principalmente naquele momento para os pacientes internados. (Palmas).

Há uma dúvida sobre se a explosão do transformador foi criminosa ou um acidente pela falta de manutenção que vinha sendo denunciada pela representação dos próprios servidores.

Se num primeiro momento os pacientes foram as principais vítimas, com o desdobramento, toda a população, pois o Governo do Estado resolveu fechar o hospital, com isso impedindo e suprimindo o atendimento da população e perseguindo os servidores. Há a situação esdrúxula de servidor ter de permanecer no hospital sob pena do corte do ponto, sem fazer nada; há a transferência de servidores, inclusive servidores que foram concursados, para a prestação de serviço público, no Hospital Pedro II.

De qualquer maneira Sr. Presidente, não é possível que esta Casa não se mobilize para saber e investigar o que ocorreu no Hospital Pedro II. Pela Comissão de Trabalho, depois de ter tentado na Comissão de Saúde, estou submetendo aos seus membros, uma proposta de convocação do Secretário de Estado de Saúde para prestar esclarecimentos a esta Casa.

Já ingressei também com duas representações junto ao Ministério Público: uma para que o Ministério Público acompanhe as investigações, pois o Poder Executivo está sob suspeição e não pode fazer as investigações sem o acompanhamento do Ministério Público, e a outra para que o hospital não seja fechado. É possível manter o funcionamento e fazer as obras necessárias com aquela unidade funcionando. Portanto, presto a minha solidariedade aos servidores aqui presentes e denuncio o Governo por mais uma irresponsabilidade em relação à saúde pública no nosso Estado.

O SR. PRESIDENTE (Gilberto Palmares) – A Presidência também saúda a representação dos servidores do Hospital Pedro II, entre eles a ex-dirigente do Sindicato de Telecomunicações, a psicóloga Ângela Carvalho.


domingo, 24 de outubro de 2010

Movimento em Defesa do Hospital Pedro II


No sábado dia 23, o Deputado Paulo Ramos participou de uma reunião em Santa Cruz com funcionários do HOSPITAL PEDRO II e com moradores da região. Os funcionários do hospital presentes à reunião pedem que as investigações sobre as causas do incêndio sejam plenamente esclarecidas, pois alguns consideram que a origem pode ter sido criminosa, viabilizando o fim do hospital.
Na busca deste objetivo o governo está removendo os profissionais de saúde para outros hospitais e está retirando os equipamentos.
Ao final da reunião foi criada uma comissão para organizar a luta de resistência do Movimento em Defesa do Hospital Pedro II e marcado o primeiro ato público. Dia 28/10 às 16:0o hs na Praça do Gado em Santa Cruz.

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Discurso - PAULO RAMOS


Texto do Discurso

Data da Sessão:21/10/2010


O SR. PAULO RAMOS - Sr. Presidente, Sras e Srs. Deputados, há dias todos tomaram conhecimento de que no Hospital Pedro II em Santa Cruz houve a explosão de um transformador, acarretando consequências as mais indesejáveis para os pacientes internados, inclusive óbitos, e para os servidores daquele nosocômio.

Todos nós que acompanhamos o sucateamento da rede estadual de Saúde, participamos das inúmeras audiências públicas ocorridas nesta Casa, tanto na Comissão de Trabalho quanto na Comissão de Saúde, quando denúncias foram feitas - e comprovadas - pelos servidores em relação à falta de manutenção, não apenas manutenção predial, mas manutenção da rede elétrica, da rede de água e esgoto, principalmente em relação à manutenção de equipamentos. Vários acidentes ocorreram e sempre após uma ocorrência esta Casa se interessava e buscava os esclarecimentos necessários.

É preciso dizer que em quase todas as oportunidades o secretário de Estado de Saúde aqui não comparecia; ele era constantemente representado por integrantes de escalões subalternos que sempre procuravam apresentar desculpas, as mais esfarrapadas. A população sempre pagando um preço muito alto porque o atendimento não vem correspondendo àquele mínimo ético.

Agora, no Hospital Pedro II, após a explosão do transformador, o Governo do Estado, através da Secretaria de Estado de Saúde, resolveu paralisar todas as atividades do hospital, transferindo os doentes internados para outros hospitais da região e ainda divulgou que vai também transferir os servidores.

Mas o que houve no Hospital Pedro II foi a explosão de um transformador que pode ser substituído para que a unidade continue em funcionamento. Qual a razão, ou, o que leva o Governo a encerrar as atividades? Será que o objetivo consiste em sepultar responsabilidades? Será que o Governo está aproveitando o ocorrido para tomar providências outras em relação ao perfil do hospital das quais ainda não temos conhecimento?

Mas há um dado igualmente relevante: muitos servidores ingressaram no Estado através de concurso público para desempenhar suas tarefas - no Hospital Pedro II -, não na rede estadual de Saúde porque, em sendo distante, por vezes, concursos gerais faziam com que – nas unidades como o Pedro II – a falta de médicos ou profissionais de Saúde fosse mais acentuada. Então, o concurso foi feito especificamente para o Hospital Pedro II. E o governo, arbitrariamente, diz que vai transferir – e já está começando a fazê-lo – os profissionais de Saúde para outras unidades.

Qual a razão? Ainda há suspeitas fundadas de a explosão ter sido criminosa, exatamente para oferecer ao governo a oportunidade de realizar seus objetivos, ou seja: prejudica a população, suspende os atendimentos; a rede, que já está sobrecarregada, ficará muito mais ainda; e vem a penalização, a perseguição aos servidores. Não sei. Talvez, eleito para um novo mandato com 66% dos votos válidos, o Governador do Estado tenha se apropriado de uma autoridade ainda maior, que o leva a praticar qualquer desatino.

Há poucos dias foi publicado no Diário Oficial, primeiro, a transferência de instalações do Iaserj na Penha e em Madureira para a Prefeitura do Rio.

Os servidores do Iaserj foram transferidos para o Iaserj Central – que já está com os dias contados, porque o governo pretende demolir suas instalações para construir ali um novo hospital do Instituto Nacional do Câncer. Aliás, depois de ter fechado o Instituto São Sebastião, Instituto de Infectologia no Caju, o governo continua no seu propósito de fechar hospitais.

Sr. Presidente, encaminhei uma representação ao Ministério Público Estadual para que as investigações sejam acompanhadas por um representante daquele órgão, para que o Ministério Público faça sua própria investigação, a começar pela decisão surpreendente para alguns, mas arbitrária para todos, do encerramento das atividades do Hospital Pedro II e a transferência dos servidores – mesmo daqueles concursados exclusivamente para trabalhar no hospital.

Não há qualquer razão para encerrar as atividades do Hospital Pedro II. Nenhuma razão. Estamos tentando uma audiência com o Secretário de Saúde. Não sei. Depois de ter sido convocado para vir a esta Casa inúmeras vezes, não veio. Há até no Tribunal de Justiça representações pela prática do crime de responsabilidade, pois deixar de comparecer a esta Casa quando constitucionalmente convocado, deixar de informar requerimentos constitucionalmente protegidos, tudo isso representa crime de responsabilidade. Os processos andam no Tribunal de Justiça. E esta Casa, como fica?

Sr. Presidente, fica aqui minha denúncia e o meu protesto. A denúncia em relação ao encerramento das atividades do Hospital Pedro II, a denúncia pelo fato de a explosão do transformador estar sob suspeição de ter sido criminosa, para que o governo alcançasse seus objetivos; a denúncia em relação à tentativa de transferir para outras atividades hospitalares servidores concursados especificamente para o Hospital Pedro II.

Obviamente tem a população a minha solidariedade, porque depende de atendimento; e têm a minha solidariedade os próprios servidores que, a duras penas, cumprem a obrigação de prestar serviço de saúde à população em condições precárias.

Muito obrigado.


FONTE : ALERJ

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Greve dos serventuários tem 70% de adesão

“Estamos brigando pelos 24% do reajuste salarial que não foi pago. Tínhamos direito a 70,5% e essa parte de 24% ainda não vimos. Esta decisão saiu há 23 anos e aguardamos por este benefício. No Fórum de Nova Iguaçu, a adesão é de 70%. Os outros 30% dos servidores estão atendendo no setor emergencial. Além disso, brigamos pelo nosso Plano de Carreiras, Cargos e Salários”, disse o serventuário Reginaldo Rocha.
Eles afirmam lamentar o desconhecimento por quem exerce atividade judicante da vigência e eficácia da Lei Estadual nº1206/87, cujo artigo 5º foi julgado inconstitucional o que garante a todos os serventuários o percentual de 70,5%, conforme estabelece o artigo 1º desta mesma lei e que a ação em que um grupo reduzido de servidores figura como autores faz fixar o percentual que ainda pertence aos mesmos.
De acordo com o delegado sindical de Nova Iguaçu, Wagner Cordeiro, os serventuários também estão revoltados com uma outra questão. “O presidente do Tribunal de Justiça e o corregedor geral retalharam a paralisação e ainda houve a cassação de 13 das 15 licenças sindicais dos coordenadores do Sind-Justiça, só poupando as de Amarildo Silva e Marta Barçante, conforme decisão do próprio presidente do TJ. Tem também a remoção arbitrária, através de ato da Corregedoria, de Alexander Brasil, antigo ativista da categoria, do Fórum Central para a Comarca de Santa Maria Madalena. Isso é um absurdo!”, alegou.

"Quero manifestar desta Tribuna a minha solidariedade aos serventuários da Justiça e lamentar profundamente que, em tendo sido a categoria vitoriosa com uma ação judicial, que levou anos para ser concluída, como, aliás, acontece no nosso país com todas as ações que beneficiam aqueles que não são poderosos, que lhes dá agora direito a um reajuste de 24%, não encontrando alternativa para ver cumprida a decisão judicial, considerando a resistência do chefe daquele poder, decidiram por uma greve". Dep. Estadual Paulo Ramos

VENDA DE SENTENÇAS : CPI PRORROGADA POR 2 MESES

Comissão criada para investigar denúncias de tráfico de
influência e venda de sentenças judiciais prorrogou seus
trabalhos por mais 60 dias, após reunião realizada ontem. O
presidente da CPI, deputado Paulo Ramos (PDT), destacou
que os trabalhos da comissão haviam sido atropelados pelo
processo eleitoral e que, por esta razão, foi tomada a decisão
de estender o prazo de sua atuação, além da convocação de
mais algumas testemunhas.
“O tema investigado é muito delicado e enfrentamos
dificuldades porque temos situações que iriam trazer
obstáculos às investigações. De qualquer maneira, já demos
uma contribuição muito grande para a moralização do
processo eleitoral. Muita coisa deixou de acontecer nessa
última eleição pela existência da CPI. Foi uma espécie de
medida preventiva”, afirmou o pedetista, acrescentando que o
relatório deve ser votado até o dia 10 de dezembro no
plenário.
A comissão já realizou 16 reuniões ordinárias e ouviu 25
pessoas no primeiro semestre. Paulo Ramos afirmou já ter
informações contundentes para concluir os trabalhos, embora
tenha lamentado a falta de depoimentos por parte de políticos
que alegam terem sido extorquidos. “Políticos com ou sem
mandato, que pagaram ou não ao serem pressionados para
uma mediação do nosso investigado, Eduardo Raschkovsky,
se recusaram a prestar depoimento. Tivemos aqui a presença
da ex-prefeita de Magé, Núbia Cozzolino, que foi importante”,
ressaltou o presidente da comissão.

FONTE: HORA H

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Lula termina o governo com um percentual elevadíssimo de aprovação popular; Fernando Henrique saiu derrotado pela porta dos fundos.

DISCURSO - PAULO RAMOS

Não posso deixar de tratar neste momento da eleição presidencial, tendo em vista do fato trazido ao nosso conhecimento pelo Deputado Luiz Paulo. Não tenho conhecimento de detalhes da ocorrência narrada pelo Deputado Luiz Paulo, e espero mais esclarecimentos a respeito, porque especialmente no Rio de Janeiro – onde o candidato José Serra foi fragorosamente derrotado no 1º turno – não vejo razão que justifique reação agressiva em relação àquele que não experimentou até aqui resultado tão expressivo em nosso estado. De qualquer maneira, é claro que qualquer agressão é reprovável. Não é possível acolher procedimento dessa natureza. Imagino que esclarecimentos serão prestados.

O candidato José Serra acumulou muita experiência, certamente desde o seu tempo de estudante quando em conflitos, especialmente com as forças da repressão, muitos se violentavam exatamente com o objetivo de criar determinados fatos. Não posso imaginar que, a essa altura da maturidade, possa o candidato José Serra estar assim se comportando para criar uma situação de vitimização. Não posso acreditar.

De qualquer maneira, estamos diante de uma situação muito interessante porque a matriz golpista, que é o sistema Globo, que reproduz frequentemente o procedimento identificado como udenismo, a matriz sempre se agarra aos resultados apresentados pelos órgãos de pesquisa. Sempre. Pega o resultado de uma pesquisa e coloca o candidato de sua preferência no pico da margem de erro para cima e o candidato que combate no pico da sua margem menor. E aí para dizer que há empate técnico. A manipulação é grosseira, embora ocorra com muita frequência.

Mas hoje estamos diante de uma situação inusitada: um instituto de pesquisa rotineiramente invocado exatamente por aqueles que se utilizam desbragadamente de concessões públicas na área da comunicação para manipulação da verdade, para a criação de clima favorável ao seu candidato, o instituto de pesquisa Vox Populi traz um resultado que certamente assustou o candidato José Serra, colocando a ex-ministra Dilma Roussef com mais de cinquenta por cento e com doze, treze pontos à frente do candidato. Eu imagino, para eles que sempre se utilizam dos órgãos de pesquisa para as manipulações, estarem diante de uma situação assim. Porque a reação foi tão truculenta...

Tive a oportunidade de assistir a uma manifestação do presidente nacional do PSDB, Senador Sérgio Guerra. Mas foi uma reação tão despropositada, tão agressiva que eu imaginei: vejam só, dias atrás eles se agarravam a uma pesquisa do Ibope. Surge outro instituto, que segundo eles, em outras oportunidades, tem credibilidade, apresenta um resultado desfavorável, a reação surge de uma maneira até pouco surpreendente.

A entrevista do candidato José Serra, agora sempre acompanhado do nosso Fernando Gabeira, expressava uma tristeza tão grande, um desânimo tão grande que talvez ele próprio conheça não apenas a pesquisa do Vox Populi, mas esteja a par de outros dados levantados pelos institutos de pesquisa com os quais eles mantêm hoje uma identidade maior.

De qualquer maneira, não posso deixar de, mais uma vez, denunciar o sistema Globo de televisão, rádio e jornal porque tenta interferir no processo histórico para afirmar a sua preferência, como já o fez em outras oportunidades, tentando imprimir à História de nosso país outro rumo diferente daquele desejado pela população. Tem sido assim abusivo o uso de concessão pública.

Quando vemos em outros países da América do Sul, principalmente, Argentina, Venezuela, Bolívia, Equador, presidentes eleitos pela vontade popular, promovendo transformações profundas no modelo econômico, enfrentando quem? Exatamente os meios de comunicação, comprometidos com uma situação que vigorou durante muitos anos e que levou à desgraça a maioria esmagadora da população daqueles países. Qual será a razão da coincidência?

A Presidenta da Argentina enfrenta os meios de comunicação. Está lá, inclusive, a que ponto chegamos, tentando estatizar a empresa que produz o jornal, que produz o papel para o jornal. Apresentou um projeto de lei disciplinando as concessões, acabando com o monopólio, pulverizando o controle.

Na Venezuela, o Presidente Hugo Chávez está lá enfrentando qual o canal de televisão? A Globovision. Será mera coincidência o nome? Todos nós sabemos, na Bolívia, a mesma coisa, no Equador, a mesma coisa. Afinal de contas, assim como em determinado momento histórico praticamente todos os países da América da Sul estavam submetidos a regimes autoritários patrocinados por alguns militares, agora nós vemos vários países da América do Sul num mesmo momento histórico enfrentando os meios de comunicação que se dizem defensores da democracia. Apropriam-se da liberdade de imprensa para a promoção de lucros, porque as empresas de comunicação hoje fazem parte de algumas holdings. Não são apenas conglomerados de comunicação. Estão em todos os ramos, praticamente, da economia. E aí, se apropriam da “liberdade de imprensa”, entre aspas, para a promoção de lucros ou para a coação de setores expressivos da sociedade.

Imaginar, por exemplo, que centenas de intelectuais e artistas subscreveram um manifesto de apoio a Dilma Rousseff e, de repente, o produtor do Tropa de Elite diz que seu nome foi inserido sem que ele tivesse autorizado. E o sistema Globo abre páginas como se o Padilha fosse alguém que pudesse influir significativamente na manifestação popular. Claro que houve um equívoco. Diante de centenas de nomes de muita expressão, qual a razão de se incluir mais um? Mas não. Mas o “sistemão”, a UDN de sempre, transforma um caso muito pequeno e procura dar a ele grandes dimensões.

Existe aquele ditado, todo mundo diz assim: “O povo não é bobo! Abaixo à Rede Globo!” Ou então, outro que diz assim: “É roubo, é roubo, é roubo, é tudo Rede Globo!”

Já em determinadas situações, Deputado Dica, os profissionais da Globo tiveram dificuldades de cumprir... É a nossa Deputada Clarissa Garotinho. Um prazer muito grande. Seja muito bem-vinda, especialmente a partir de 1º de fevereiro. Mas muitas vezes os profissionais da Globo tiveram dificuldades nas ruas de exercer a profissão. Não que eles fossem agredidos como pessoas físicas. Mas parcela da população, não suportando mais as manifestações globais, encontravam como saída a agressão aos funcionários da Globo.

Então, é dizer, claramente e em bom som, primeiro, se a reação em relação à pesquisa Vox Populi foi tão grande é porque nela deve residir alguma verdade.

Imaginar que em uma fase em que caminha para a derrota, poderia o José Serra ser agredido exatamente no Rio de Janeiro é muita surpresa. Parece uma armação que não se compatibiliza com uma disputa, com o procedimento de um candidato à presidência da republica, que, aliás, rotineiramente, é cercado por uma certa multidão, para dar a impressão de que está sendo assediado.

Concedo o aparte ao Deputado Geraldo Moreira.

O SR. GERALDO MOREIRA – Deputado Paulo Ramos, primeiro, quero parabenizar V. Exa. pela brilhante vitória e expressiva votação.

O SR. PAULO RAMOS – Recíproco.

O SR. GERALDO MOREIRA – O povo do Estado do Rio de Janeiro não poderia tomar outra atitude se de fato quer ser justo, teria que, de fato, reconduzi-lo com a votação expressiva. Isso reflete pouco do que V. Exa. tem representado nesta Casa, a nível de defesa dos interesses do povo do Estado do Rio de Janeiro.

Quero dizer a V. Exa. que nós dois, principalmente, viemos de longe nesse processo, de muito longe! Mais uma vez o fascismo, o que há de mais podre neste estado e neste País, se junta e se reúne para manipular e tentar iludir a opinião pública; nisso se inclui todos os setores reacionários e atrasados, encabeçados pela Rede Globo de Televisão. É um absurdo um concessionário do serviço público, que tem o dever de informar, e informar bem, ter atitudes como essa, tentando usar o seu poder de comunicação para desvirtuar os rumos da história.

Hoje, li uma entrevista no jornal O Globo, acho que de ontem, não sei, onde alguém, daqueles que eles contratam, aqueles sábios, aqueles letrados, tem uns desse tipo aí que o Brizola chamava de “almofadinhas”, em uma entrevista, cara dizia que “em uma democracia tem que haver a alternância de poder. Então está na hora de o Lula sair para entrar uma outra corrente para que a democracia se revigore. É salutar para a democracia a alternância de poder.” Com isso defendendo o voto no candidato José Serra. Mas falando de uma forma toda angelical, como se fora um sujeito puro, despojado de pretensão, ou seja, sem nenhuma pretensão a coisa alguma, falando como se fora um grande democrata. Mas ele não diz isso em um debate, principalmente comigo, porque vou dizer para ele: “a alternância do poder começou agora, porque tem 500 anos no Brasil que vem só um lado exercendo o poder neste País. Evidentemente, agora, é que está começando a haver a alternância no poder. A verdadeira alternância no poder é a continuidade do governo Lula e, portanto, o voto em Dilma”.

Muito obrigado.

O SR. PAULO RAMOS – E quando houve alternância de modelo, os fascistas permanentes, V. Exa. adjetiva bem, eles são fascistas. A Central Globo, o Sistema Globo é fascista na verdadeira acepção do termo; levou Getúlio Varas ao suicídio; contribuiu expressivamente e participou do golpe de 64 para derrubar João Goulart; imediatamente após a promulgação da Constituição, trouxe uma figura de Alagoas, criou um partido político e transformou essa figura no arauto da moralidade, “o caçador de marajás”.

O SR. GERALDO MOREIRA – Exatamente. Isso eles não explicam.

O SR. PAULO RAMOS – Eles pensam que podem destruir reputações e que eles podem alavancar reputações. O povo chegou a ser enganado algumas vezes, mas agora o povo já está escaldado. O povo já sabe. Aliás, o Brizola dizia assim: “Se não gosta de CIEPs, alguma coisa tem.” Nós podemos dizer assim: se é apoiado pela Globo, alguma coisa tem. Já não presta. Já é preciso repudiar, porque o Sistema Globo age de má-fé, tem interesses escusos, interesses econômicos, interesse que se distanciam.

O SR. GERALDO MOREIRA – Eles são empregados dos inimigos do Brasil, do povo brasileiro. Eles prestam serviço aos inimigos do Brasil, contra os interesses do povo brasileiro. São empregados dessa gente.

O SR. PAULO RAMOS – Todo mundo já sabe disso e é por isto que o candidato apoiado por esse sistema será derrotado. O povo vai dar a resposta. Mesmo que seja um apoio voluntário ao candidato, o candidato será prejudicado. Mesmo. Mas, como se beneficia; como acolhe; como usa desses instrumentos, acaba com esses instrumentos se confundindo e fazendo parte deles.

Então, quero dizer claro, em alto e bom som: o sistema Globo é um sistema fascista; é um antro de corrupção e, portanto, tem interesses escusos a proteger. E o povo vai virar as costas para eles.

Assim como Fernando Henrique saiu do Palácio do Planalto pela porta dos fundos como vendilhão da pátria e traidor do povo, o seu candidato não será acolhido pela maioria esmagadora do povo brasileiro.

Todos sabem aqui nesta Casa, Deputado Geraldo Moreira, que tenho críticas ao período Lula; fiz várias críticas, várias críticas. O Governo Lula está terminando, mas não há nenhuma dúvida de que há grandes diferenças entre o Governo Lula e o FHC, tanto assim que Lula termina o governo com um percentual elevadíssimo de aprovação popular; Fernando Henrique saiu derrotado pela porta dos fundos.

Mas não queremos retrocesso. A única possibilidade de avanço está hoje na eleição da ex-ministra Dilma Rousseff.

FONTE - ALERJ

Minha solidariedade aos Serventuários da Justiça

DISCURSO - PAULO RAMOS


Quero manifestar desta Tribuna a minha solidariedade aos serventuários da Justiça e lamentar profundamente que, em tendo sido a categoria vitoriosa com uma ação judicial, que levou anos para ser concluída, como, aliás, acontece no nosso país com todas as ações que beneficiam aqueles que não são poderosos, que lhes dá agora direito a um reajuste de 24%, não encontrando alternativa para ver cumprida a decisão judicial, considerando a resistência do chefe daquele poder, decidiram por uma greve.

A reação do presidente do Tribunal, ao invés de ser uma reação de compreensão do direito de greve, constitucionalmente protegido, o presidente do Tribunal de Justiça, que deveria ser o primeiro interessado em fazer cumprir a decisão judicial, porque ele preside o Poder Judiciário no Estado, ele desrespeita e desacredita a própria magistratura.

Ao invés de enfrentar o chefe do Poder Executivo e exigir a transferência de recursos ou conversar com a categoria para decidir a forma de cumprimento da decisão, o presidente do Tribunal se coloca como aliado da truculência do Executivo contra os interesses consagrados através de decisão judicial dos serventuários.

Diante da deliberação de deflagração da greve, o presidente do Tribunal inicia com ameaças. Tenho informações de que está cassando o direito que têm os dirigentes sindicais de uma licença em função do exercício dos cargos no sindicato. Ao mesmo tempo, ameaça ou já está transferindo dirigentes sindicais e servidores, que participam mais ativamente do movimento, para municípios distantes. Já ameaça cortar o ponto, vai cortar salário.

Afinal de contas, preside o Poder Judiciário, vira as costas e tudo faz para o não cumprimento de uma decisão judicial. E os serventuários, que têm direito, e têm direito à greve, passam a ser perseguidos.

É duro verificar que o Sind-Justiça agora tenta se socorrer da proteção do Supremo Tribunal Federal, porque a greve é um direito constitucionalmente protegido. E o Presidente do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro quer cercear - através da truculência e da arbitrariedade - o exercício desse direito. Eu, então, venho à tribuna para denunciar esse fato inusitado, lamentar profundamente as atitudes do Presidente do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, mandando a minha solidariedade aos serventuários da Justiça na expectativa de que o estado democrático de direito possa prevalecer no Estado do Rio de Janeiro.

Vamos nessa luta com os serventuários. Se, inclusive, houver necessidade, vamos ao Conselho Nacional de Justiça para denunciar os atos do Presidente do Tribunal de Justiça. E vamos tentar uma manifestação da Associação dos Magistrados do Rio de Janeiro. Porque a Associação dos Magistrados tem a obrigação de se posicionar, porque são os magistrados que decidem; as sentenças são proferidas pelos magistrados. Dizem: decisão judicial deve ser cumprida, a não ser que o Rio de Janeiro esteja excluído dessa máxima por atos do próprio Presidente do Tribunal de Justiça".

Parabéns aos serventuários pela luta que vêm travando.

FONTE - ALERJ

A OPOSIÇÃO

Deputado Paulo Ramos em solidariedade aos servidores Fazendários

Após diário oficial do Legislativo trazer a subemenda aprovada pela alerj, garantindo a PPE para os Fazendários a partir de 01.01.2010, o deputado Paulo Ramos, líder do PDT e Presidente da Comissão de Trabalho, Legislação Social e Seguridade Social da Alerj, discursou em plenário:


"Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, em primeiro lugar, desta tribuna, mando um abraço de solidariedade aos servidores fazendários do nosso Estado, manifestando não a expectativa, mas a certeza de que S.Exa., o Governador do Estado, vai aprovar o Projeto de Lei 3138/2010, com a Emenda inserida que, de uma vez por todas, explicita a dívida que o Estado tem para com os fazendários, em relação ao pagamento da prestação pecuniária eventual, vinculada aos resultados da arrecadação – pagamento, aliás, que já vinha sendo efetuado para os auditores fiscais. Surpreendentemente, S.Exa., o Secretário de Fazenda, governando o Estado, resolveu assumir critério diferentes, obviamente com a anuência do Poder Executivo. Agora, contudo, temos a devida correção e vamos acreditar que o Governador sancionará, com urgência, este Projeto de Lei para que se transforme em lei, e enquadre o Secretário de Fazenda para que este tome as providências necessárias para fazer justiça aos fazendários."



Fonte: Site da Alerj

Prêmio Barbosa Lima Sobrinho

De autoria do DEPUTADO PAULO RAMOS, a ALERJ aprovou projeto de resolução concedendo ao jornalista Mauro Sant' Ayana o Prêmio Barbosa Lima Sobrinho .
Jornalista, intelectual consagrado, Sant'Ayana trabalhou nos maiores jornais e foi assessor do Presidente Tancredo Neves. Após a revolução de 64, exilo-se no Uruguai, no México, e em Cuba e Praga.
Retornou ao Brasil e voltou a exercer a profissão de jornalista, inclusive como comentarista de televisão lembrou o Deputado.

Leia: Mauro Santayana - Vida política

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Deputado Paulo Ramos realiza audiência pública em Cabo Frio



Na última sexta, dia 15 de Outubro, o deputado Paulo Ramos, líder do PDT e presidente da Comissão de Trabalho, Legislação Social e Seguridade Social da Alerj realizou Audiência Pública em Maria Joaquina, distrito de Cabo Frio. Cerca de 150 famílias estão sendo alvo de ação demolitória movida pela Procuradoria Municipal de Cabo Frio sob alegação de que a área ocupada pertence à Área de Proteção Permanente (APP). Esteve presente o Dr. Eisenhower Mariano, presidente da 20a Subseção da OAB-RJ em Cabo Frio, além de representantes da Secretaria Municipal de Assistencia Social, PMERJ, CBMERJ, Polícia Civil e inúmeros moradores.
O Deputado, presidente da Comissão, terá uma audiência com o prefeito Marquinhos Mendes, para que a prefeitura reveja a situação dessas famílias, uma vez que não há legislação que comprove a situação da área mencionada, segundo depoimento do representante do INEA, e fará uma representação junto ao Ministério Público Estadual para que o mesmo apure a denúncia da construção de condomínios de luxo na área objeto da ação, que não foram incluídas no processo.

Deputado Paulo Ramos pede investigação ao Ministério Público ao Hospital Pedro II


Deputado Paulo Ramos pede investigação ao Ministério Público ao Hospital Pedro II

Paulo Ramos, líder do PDT e Presidente da Comissão de Trabalho, Legislação Social e Seguridade Social da Alerj entrou com Representação no Ministério Público afim de que o órgão investigue a gravíssima ocorrência que se deu no Hospital Pedro II, em Santa Cruz no dia 14/10/2010. Neste dia uma explosão de um transformador de energia elétrica, levou pânico a toda Unidade, fazendo com que 72 (setenta e dois) pacientes em estado grave fossem transferidos às pressas, pondo em risco a vida de muitas pessoas, além dos óbitos verificados. No dia da explosão o hospital estava com aproximadamente 272 (duzentos e setenta e dois) pacientes. Alguns foram transferidos para Unidades de Pronto Atendimento (UPA), e para outros hospitais. Também foi montado Hospital de campanha para dar assistência aos pacientes que ainda aguardam vagas em outros hospitais. Na ALERJ inúmeras audiências públicas foram realizadas, no sentido de alertar as autoridades governamentais, principalmente o Secretário Estadual de Saúde, sobre a situação precária das redes elétricas dos hospitais públicos do Estado do Rio de Janeiro.

O deputado Paulo Ramos aguarda a futura responsabilização cível, administrativa e criminal dos responsáveis, pois tal investigação não pode ficar a cargo somente do poder Executivo.

domingo, 17 de outubro de 2010

PV define sua posição no segundo turno!

Acaba de sair a decisão do PV em relação às eleições no segundo turno. O partido definiu que se manterá independente, dando a liberdade de seus militantes optarem de forma livre na defesa de Serra ou Dilma. A decisão foi tomada em plenária. Dos votos, de um total de 92, somente 4 foram contra a opção de independência.
Marina Silva, uma das principais lideranças do partido e candidata à presidência no 1º turno, declarou que a posição escolhida pelo partido não significa neutralidade, mas sim uma abertura à manifestação individual de cada militante. Questionada sobre seu voto, Marina respondeu que o voto é secreto, não dando quaisquer vestígio de apoio à Dilma ou Serra.

Discurso - Paulo Ramos





DATA DA SESSÃO: 13/10/2010

O SR. PAULO RAMOS
– Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, venho à tribuna para tratar do segundo turno da eleição presidencial que, sem sombra de dúvida, é o fato político mais importante para todo o povo brasileiro. E para fazê-lo, Sr. Presidente, me sinto no dever de denunciar o golpismo permanente dos grandes meios de comunicação, da concentração do poder nas mãos dos grandes meios de comunicação, fazendo com que se transforme numa espécie de matriz golpista. Obviamente, e todos nós sabemos, que esta matriz golpista, em diversas fases da História do nosso país, tem exercido o seu poder atentando claramente contra a democracia. Porque as principais redes, a começar pelo sistema Globo - é lamentável ter que dizer isto - são conglomerados econômicos. Eles não estão controlando, única e exclusivamente, uma rede nacional de televisão com repetidores nos quatro cantos do país; eles não controlam centenas de estações de rádio e também jornais com repercussão nacional. Eles estão ligados a diversos setores da economia, com interesses econômicos e financeiros identificados. Aí o uso da informação se dá não por compromisso ideológico, não por amor à verdade, e sim por amor ao lucro. Querem ganhar dinheiro e para isso eles têm que influir nos rumos, para o controle do poder.

Não estou querendo dizer com isso que durante o Governo Lula eles não foram atendidos. Imaginemos, por exemplo, que um Presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, o Carlos Lessa, como criou obstáculos para que o sistema Globo abocanhasse um grande empréstimo, foi destituído do cargo. O Presidente que o substituiu possibilitou que o BNDES cevasse aquele conglomerado econômico.

O que estou querendo dizer é que eles mantêm permanentemente a ameaça, mas é obvio que têm a sua preferência. Não foram completamente atendidos durante o Governo Lula, claro que não foram, embora o setor financeiro tenha abocanhado um naco expressivo dos resultados da nossa economia, não apenas nos oito anos de Fernando Henrique Cardoso, mas também nos oito anos do Governo Lula.

Eles são sócios do poder, mas querem definir com quem vão se associar, porque não são, dependendo do governo, completamente atendidos. É claro que não pode existir nenhuma dúvida sobre o temor que eles têm, eles alimentam esse temor em relação à ex-Ministra Dilma Rousseff.

É preciso lembrar alguns episódios importantes da história do nosso País. Todos não se lembram do chamado mar de lamas na era Vargas? Getúlio eleito democraticamente com um projeto nacional, logo depois da criação da Petrobras, surge o mar de lamas. É claro que sempre é possível encontrar em qualquer governo desvios de conduta, mas é muito fácil também, para quem detém o controle de meios de comunicação com penetração nacional, se utilizar de fatos isolados com o objetivo de transformá-los em predominantes.

Getúlio foi levado ao suicídio, todos sabem, pelas mesmas forças políticas, na época, representadas pela UDN, União Democrática Nacional que lutaram para que João Goulart não tomasse posse e que, juntamente com o interesse dos Estados Unidos, patrocinaram o golpe de 64. Todos sabem disso. E quais foram as bandeiras para o golpe de 64? A primeira delas: acabar com a corrupção. Era assim: acabar com a corrupção, acabar com a subversão e garantir a realização de eleições diretas para Presidente da República em 1965.

Acusavam João Goulart de querer dar um golpe. Eles é que eram os golpistas e atribuíam ao outro a inclinação golpista. Vivemos quantos anos de ditadura? O povo brasileiro se mobilizou e chegou à Assembleia Nacional Constituinte, que institucionalizou o Brasil em bases democráticas, afirmou a soberania nacional com os monopólios, com a nacionalização do subsolo, com os direitos trabalhistas como cláusulas pétreas, garantindo a empresa brasileira de capital nacional, os juros reais de 12% ao ano.

A Constituição de 5 de outubro de 1988, da qual orgulhosamente sou um dos signatários, procurou recuperar o que no PDT nós chamávamos de o fio da história. Na primeira eleição direta para Presidente da República, sem considerar o que fez o Sr. José Sarney, que tinha sido da banda da UDN, um ano a mais de mandato, cinco anos para Sarney, cinco anos para preparar o País para um novo golpe, ocorre a morte de Tancredo Neves – para mim, extremamente suspeita. Depois vem a posse de Sarney, tendo ele mais um ano de mandato. Houve tempo para preparar a eleição do “caçador de marajás”.

Todo mundo sabe, no Brasil, quem patrocinou a campanha do Sr. Collor de Mello, o “caçador de marajás”, com pensamento político completamente contrário, oposto aos rumos que o povo brasileiro tinha decidido através da Assembleia Nacional Constituinte. Todo mundo sabe que foi criado um partido político pelo sistema Globo para dar um golpe no povo brasileiro e eleger, na primeira eleição direta para Presidente da República pós-64, pós-Constituinte, alguém que estava muito mais ligado aos interesses estrangeiros, das potências hegemônicas, a começar pelos Estados Unidos. Todo mundo sabe disso.

Criaram um partido político, o Partido da Reconstrução Nacional, PRN – não tiveram coragem de lhe colocar o nome de PRM, Partido do Sr. Roberto Marinho. Elegeram um Presidente da República na contramão da história e, depois, o povo elegeu duas vezes o Sr. Fernando Henrique Cardoso, que completou a obra, acabou com todos os monopólios, entregou parte de nossas bacias sedimentares nas rodadas de leilão, negociou as ações da Petrobras na Bolsa de Nova Iorque – Reichstuhl chegou a tentar trocar o nome da empresa para Petrobrax. E mais: constituiu um crime a desnacionalização do subsolo, com a entrega da Vale do Rio Doce. O subsolo brasileiro, um dos mais ricos do mundo, tinha sido nacionalizado. Desnacionalizou, retirou o dispositivo e entregou a Vale do Rio Doce na cara-de-pau, num dos maiores crimes de lesa-pátria de que se tem conhecimento na história dos povos, não só na história do Brasil.

Agora, além da manipulação da informação, pegando temas específicos nebulosos, como o aborto, trazendo de novo desvios de conduta, numa avalanche, como se fosse um mar de lamas, que eles criaram também na era Vargas, opondo-se às reformas de base de João Goulart, querem empurrar a população para uma compreensão de que os 80% de apoio e de reconhecimento do Governo Lula representam um equívoco da população. Querem até ressuscitar a figura de vendilhão da pátria e traidor do povo do Sr. Fernando Henrique Cardoso, querem recuperar a imagem de alguém que disse na primeira semana de Governo, depois de eleito: “rasguem tudo que eu escrevi.”

Registro que embora o Governo Lula não os tenha atendido em tudo, atendeu em muito. Verifiquemos o pagamento dos juros da dívida e aquilo em que se transformou o BNDS, imaginemos a situação do grande capital industrial e do capital financeiro. Até os usineiros foram chamados de heróis nacionais. Enquanto os usineiros são chamados de heróis nacionais, os militantes do MST são criminalizados e não têm reforma agrária? Mas eles temem. Temem, porque não conhecem precisamente a ex-Ministra Dilma Roussef. Eles não conhecem e a temem, porque ela poderá representar o contrário, fazer com que o governo Lula tenha sido apenas uma transição para as verdadeiras transformações exigidas pelo povo brasileiro.

Será que agora eu vejo um discurso em homenagem aos aposentados? Mas em qual governo foi iniciada a derrocada dos aposentados? O fator previdenciário, para aumentar o tempo de permanência no serviço ativo, o tempo de contribuição, a desvinculação ao número de mínimos da época da concessão para os proventos da aposentadoria e a pensão por morte?

É muito difícil, às vezes, tendo uma correlação de forças perversas no Congresso Nacional, avançar como se gostaria. Mas deixar de reconhecer que a tragédia da ditadura, a tragédia se somou quando o país imaginou sair daquele gueto, quando imaginávamos que avançaríamos para as verdadeiras reformas, com uma nova Constituição, os golpistas de sempre se mobilizam através do controle dos meios de comunicação e elegem o Sr. Collor de Mello, e depois elegem, não contiveram a manifestação popular com a eleição do Fernando Henrique Cardoso, mas que traiu aquilo que dele se esperava, dizendo: “rasguem tudo que escrevi”.

Então, agora, Sr. Presidente, essa orquestração está de novo em curso no nosso país. É um novo golpe, se o povo não for alertado, se a população brasileira a ele não reagir! A população reagiu quando no plebiscito em 63 votou pelo presidencialismo, restabelecendo os poderes nas mãos de João Goulart. Depois veio o golpe. Agora, está em curso – reitero – um novo golpe. Eles temem a eleição da ex-Ministra Dilma Roussef. E temem por quê?

Teremos outra correlação de forças no Congresso Nacional. Jogaram para que houvesse segundo turno, cevaram a Marina da Silva, que é a Heloísa Helena de hoje. Ontem foi uma, hoje é outra. Tem sempre algum incauto, algum equivocado, como a Ministra Marina Silva, que esteve no Partido dos Trabalhadores sua vida inteira. Um ano e meio antes da eleição ela rompe, entra num partido político e lança a candidatura à Presidência da República, para atender a qual interesse? Das forças conservadoras. E agora, pousa de vestal.

Imaginar que a ex-Senadora Heloísa Helena participou do pleito presidencial, deu sua contribuição para que os setores conservadores levassem a eleição para o segundo turno, perdeu, e agora não foi eleita senadora no seu estado! Ver que a Marina Silva, no Acre, foi a terceira mais votada. No estado dela foi a menos votada, dentre os três candidatos apresentados como principais!

E eles, com a estrutura dos meios de comunicação, aliada aos órgãos de pesquisa, tentam criar uma nova realidade para empurrar o povo brasileiro para o atraso. É a UDN que está aí, a antiga UDN, a mesma, com algumas figuras que, pela longevidade, à época da UDN dela participavam.

Precisamos reagir a isto. Veja, Sr. Presidente, que eu, tantas vezes desta tribuna, critiquei o governo Lula. E continuo criticando: ele não reduziu a jornada de trabalho, não atendeu como deveria aos aposentados e pensionistas, não deu um passo para realização da reforma agrária, ainda concordou com a criminalização do MST, chamou os usineiros de heróis nacionais, contemplou o capital financeiro como poucos fizeram! Mas e a correlação de forças? Seria possível avançar mais?

Sr. Presidente, José Serra representa o atraso, representa a humilhação nacional, representa a entrega do patrimônio nacional. Vejam que o petróleo descoberto na camada do pré-sal está com uma advertência.

Eles entregaram parte da Petrobras. O marco regulatório ainda em vigor, do Sr. Fernando Henrique Cardoso, não interessa ao povo brasileiro, não interessa à soberania, mas eles querem a vitória do José Serra para o mesmo discurso de sempre: exportar é a solução. Não haverá saída.

Portanto, no dia 31 de outubro não podemos permitir que a UDN mais uma vez seja vitoriosa. A UDN só foi vitoriosa em nosso País através do golpe, através da cooptação, como a do Sr. Fernando Henrique Cardoso, que, além de acabar com os monopólios e desnacionalizar o subsolo, ainda corrompeu o Congresso Nacional com a emenda da reeleição. Todos se lembram disso, e deu no que deu.

Que cada um avalie. Quem tem compromisso com os rumos soberanos para o nosso País; quem tem compromisso com as transformações não pode vacilar; não pode ter dúvidas de que o caminho consiste na eleição da Dilma Rousseff para Presidente da República.

Muito obrigado, Sr. Presidente.

ALERJ

sábado, 16 de outubro de 2010

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Cristo Redentor faz 78 anos


Inaugurado no dia 12 de Outubro de 1931 o Cristo Redentor tem 38 metros de altura e pesa 1145 toneladas.
Está localizado no topo do morro do Corcovado, no Rio de Janeiro a 709 metros acima do nível do mar.
No dia 07 do 07 de 2007 o Cristo Redentor foi eleito como uma das maravilhas do mundo contemporâneo numa cerimónia realizada em Lisboa.

domingo, 10 de outubro de 2010

Declaração desastrosa

O novo secretário estadual de Educação do Rio de Janeiro, Wilson Risolia, foi infeliz ao dizer: "até por formação, tenho este vício de pensar a Educação como negócio: estou sendo contratado para levar um negócio a um público e preciso saber se o meu produto é bom, e como o meu receptor, que é o aluno, está recebendo este produto".

Ele confundiu gestão de uma organização com o objetivo final a ser alcançado, o resultado. Se realmente ele quer tratar o seu novo desafio como "negócio", lamento informar que, não vai demorar, ele vai chegar à conclusão que deve detonar o serviço público e privatizar 100% o setor. O business será muito mais lucrativo, e o "negócio", sensacional.

Nada me assusta. Nem mesmo se ele é ou não do setor. Se o novo secretário considera a qualidade do ensino ruim e se tem um planejamento revolucionário de mudança. O governador Sérgio Cabral deve ter um projeto e o delegou ao novo secretário a missão de comprí-lo. Tudo bem.

O que considero lamentável é um gestor não saber a diferença dos princípios que norteiam um serviço público de outro, capitalista, privado, e que objetiva o lucro. Se for essa a meta, desmantelar a máquina, aí tudo passa a fazer sentido.

Eu começo a temer até mesmo pela capacidade gerencial deste gestor. O presidente Fernando Collor apostava num jovem chamado João Santana para revolucionar o Estado brasileiro. Deu no que deu.

Educação precisa ser tocada por educadores. E a gestão por administradores. Fala-se que existiriam empresários privados na sombra como suporte do modelo defendido pelo novo secretário.

Espero, sinceramente, que não tenhamos poder paralelo. Isto é muito perigoso.

blog SRZD

PDT DO RIO VÃO SE REUNIR


O PDT do Rio de Janeiro, reunirá a sua bancada de deputados eleitos SEGUNDA-FEIRA no centro do Rio.


Audiência pública para debater a situação dos moradores dos bairros Maria Joaquina e Praia Rasa, em Cabo Frio.

A Comissão de Trabalho, Legislação Social e Seguridade Social da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), presidida pelo deputado Paulo Ramos (PDT), irá realizar sexta-feira (15/10), às 10 horas, audiência pública para debater a situação dos moradores dos bairros Maria Joaquina e Praia Rasa, em Cabo Frio. O encontro será realizado na Escola Municipal Justiniano de Souza, na Rua da Paz, em frente à praça Maria Joaquina, em Cabo Frio. Segundo o parlamentar, os moradores alegam que a prefeitura da cidade pretende despejar cerca de 150 famílias, sob a alegação de que suas casas estariam em áreas protegidas por leis ambientais.


"Nós vamos à cidade de Cabo Frio para ouvir esses moradores. Chegaram denúncias que trazem preocupações. Parece que a prefeitura quer retirar os moradores de suas casas, sendo que a maioria paga IPTU e outros possuem documento de usucapião registrados na própria prefeitura. Precisamos verificar essa situação.

Os moradores não podem ser despejados dessa maneira", afirmou o deputado Paulo Ramos. Também estão convidados para o encontro o Ministério Público Estadual, a Secretaria de Estado do Ambiente e o prefeito de Cabo Frio, Marquinhos Mendes.

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Paulo Ramos já tinha levantado a hipótese do Wagner montes sair candidato à Prefeitura do Rio.


De acordo com reportagem do jornal "O Dia", Lupi está levando em consideração o fato do deputado ter sido um dos mais votados nas duas cidades, além da capital.

"O PDT vai lançar Wagner como prefeito na próxima eleição. Trabalhamos com as três possibilidades. Nessas cidades, ele foi o deputado estadual mais votado. A definição ainda depende das pesquisas que faremos. Para onde o Wagner for, ele define a eleição", afirmou o ministro.

O próprio Montes demonstra ter "ficado feliz com a notícia", mas prefere conversar primeiro com a executiva do partido.


Sidney Rezende

PDT planeja lançar candidatura de Wagner Montes no Rio, Caxias ou São Gonçalo em 2012

Deputado estadual mais votado da história do Rio de Janeiro, Wagner Montes (PDT) será lançado pelo partido como prefeito em 2012, segundo Carlos Lupi, presidente nacional licenciado do PDT. De acordo com o ministro do trabalho, Wagner disputará a eleição municipal na capital, em Duque de Caxias ou em São Gonçalo. Com 528.577 votos, Wagner Montes teve 9,28% dos votos válidos na capital.

“O PDT vai lançar Wagner como prefeito na próxima eleição. Trabalhamos com as três possibilidades (São Gonçalo, Caxias e a capital). Nessas cidades, ele foi o deputado estadual mais votado. A definição ainda depende das pesquisas que faremos. Para onde o Wagner for, ele define a eleição. Teve uma avalanche de votos”, afirma Lupi. Ele acrescentou que o deputado teve mais votos do que o governador Sérgio Cabral em 1998, quando foi eleito para Alerj com 380 mil votos e foi mais votado do País.
Segundo Lupi, Wagner Montes sabe dos planos do partido para ele e está à disposição do partido. Procurado, o deputado estadual disse ter ficado “feliz com a notícia”. “Vou conversar com o partido. É o partido que tem que decidir”, disse. Afirmou ainda que é cedo para se definir o futuro.

Líder do PDT na Alerj, o deputado Paulo Ramos defende a candidatura do colega à Prefeitura do Rio. “Pela votação do Wagner, é uma oportunidade de o PDT disputar a eleição com um candidato próprio. A eleição mostrou que o Wagner Montes é um nome de expressão, principalmente na capital e não podemos perder essa oportunidade”, afirmou Paulo Ramos.

O DIA

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Dep. Paulo Ramos é notícia no Sidney Rezende

Sobre a nova composição da Assembleia, Ramos observa que a base governista foi reduzida pelo resultado eleitoral, mas atenta que muitos parlamentares eleitos por legendas adversárias nestas eleições podem manifestar apoio no decorrer da administração Cabral:"Eu não acredito que o governo terá maioria folgada, mas a questão é matemática. Tivemos casos de candidatos de coligações que tiveram candidato próprio, como o André Corrêa (PPS, partido coligado à candidatura de Fernando Gabeira), e apoiaram a reeleição do governador", resume.

Perguntado sobre a atuação de Jorge Picciani, candidato derrotado ao Senado, durante os quatro anos em que foi presidente da Alerj, o deputado pedetista destacou a capacidade de articulação política: "O presidente Picciani teve a habilidade de consolidar a base na Casa e reduzir a atuação da oposição". E com relação ao futuro presidente da Casa, Paulo Ramos não apontou um único favorito nem preferência pessoal, mas cita os deputados Paulo Melo e Domingos Brazão (PMDB) como possíveis nomes para o comando do Legislativo. "Primeiro precisamos discutir a proporcionalidade da ocupação do cargos, a Mesa Diretora e os presidentes das comissões. E isso não é uma coisa isolada".

Ele afirmou que não tem pretensão nenhuma de mudar as linhas de sua atuação parlamentar: "Vou continuar defendendo os direitos dos servidores e dos trabalhadores, porque foi uma luta muito grande para conquistar avanços. Vamos ver se neste mandato o governador compreenda de vez que sem servidor público não há serviço público de qualidade, haja visto na saúde e na educação". Ramos não pretende se licenciar para disputar as eleições municipais em 2012 e ainda cita outro nome do PDT para o futuro: "A expressão do deputado Wagner Montes é um indicativo de que o PDT precisa se recolocar nas disputas majoritárias e recuperar o prestígio que sempre teve e defender as bandeiras que o (ex-governador Leonel) Brizola sempre defendia, a começar pelos CIEPs".

Atento às questões nacionais, o parlamentar defende que a primeira colocação de Dilma Rousseff no primeiro turno foi muito reduzida por algumas parcelas da sociedade e ainda diz acreditar que o histórico de Marina Silva (PV) indica que seu apoio deve ir para a petista no segundo turno.

"Houve uma corrente de certos setores econômicos e da mídia contra a Dilma, mas não tem como ela não se sentir vitoriosa e com a mão na taça. E nós vamos participar nessa luta, o fato é que houve crescimento no voto, sim. E a ministra Marina silva era petista até cerca de um ano atrás, acredito que pessoalmente ela vai oferecer o apoio ao PT, mesmo que publicamente demonstre ficar em cima do muro. Fazer o contrário seria renegar o seu passado", completa.

SRZD

Dep. Paulo Ramos comemora sua reeleição

Dep. Estadual Paulo Ramos, recebeu em seu gabinete amigos e eleitores para comemorar sua reeleição.

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

AGRADEÇO MEUS ELEITORES (AS) PELA CONFIANÇA, E NOS PRÓXIMOS 4 ANOS ESTAREI LUTANDO JUNTO COM VOCÊS.

A VITÓRIA É DE TODOS NÓS!



UM FORTE ABRAÇO À TODOS.

DEPUTADO ESTADUAL PAULO RAMOS

sábado, 2 de outubro de 2010

CARO ELEITOR

QUANTO VALE O SEU VOTO?

Se você sonha com uma outra vida no seu bairro, onde o hospital público atende , a escola pública ensina, a condução serve, os serviços básico funcionam e o emprego existe, é porque você e todos nós olhamos para o mesmo horizonte.
Se você quer viver aqui, num futuro próximo, em paz e segurança, quando também haverá esporte, cultura e lazer de qualidade para todos, você e todos nós vestimos a mesma camisa.
Se você não se submete aos metodos rasteiros dos atuais mandatários da política local, você e todos nós vestimos a mesma camisa.
Se você tem convicção de que seu voto vale muito mais do que qualquer dinheiro, objeto ou favor e não troca por nada, você e nós pensamos exatamente da mesma forma.
Se você não se deixa enganar por políticos corruptos, você e nós nos encontramos do mesmo lado.
Se você acha que é dentro da cabine eleitoral que está o grande momento da democracia onde, com a consciêncai na ponta dos dedos, fazemos valer nossa cidadania, você está com todos nós.


Deputado Estadual Paulo Ramos