terça-feira, 30 de junho de 2009

Rodoviários querem manutenção de empregos

O deputado Paulo Ramos presidiu audiência pública da Comissão de Trabalho da Alerj, 30/6, que reuniu sindicatos e mais de 100 rodoviários da capital e do interior do estado. Eles reivindicam a manutenção da função de auxiliar de motorista (cobrador) que os patrões querem extinguir nos novos ônibus (micros e micrões). Nos últimos anos, Paulo Ramos já presidiu várias audiências para tratar desse tema:
- É uma dura luta. Os rodoviários enfrentam interesses poderosos. O fim do cobrador representa desemprego e insegurança. A população também é prejudicada, porque o motorista é obrigado a cumprir funções que o desviam de seu ofício. Isso traz riscos a todos, afirmou o líder do PDT.


segunda-feira, 29 de junho de 2009

Paulo Ramos e cônsul da Venezuela debatem América Latina

O deputado Paulo Ramos recebeu o cônsul da Venezuela no Rio de Janeiro, Edgar González Marin, em seu programa semanal na TV Alerj. Eles conversaram sobre a situação atual das relações entre os dois países e a importância do ingresso da Venezuela no Mercosul. Os dois protestaram contra o golpe em Honduras e defenderam a democracia e a luta pela soberania dos países latinos.

quarta-feira, 24 de junho de 2009

Paulo Ramos defende passe livre, de verdade, para os estudantes

Paulo Ramos participou da audiência pública da Comissão de Educação da Alerj, 24/6, e defendeu a fim das limitações ao passe livre estudantil.

Solidariedade aos profissionais do transporte alternativo

Solidariedade aos profissionais do transporte alternativo

"Lamento profundamente a forma como foram tratados os trabalhadores do transporte alternativo que reivindicavam pelos menos a preservação do número de concessões, deferido, em período anterior, pelo Poder Executivo.A manifestação em frente ao Palácio Guanabara, sob todos os aspectos, democrática, deveria merecer outro tratamento do Governo e da mídia.Sugiro ao jornal O Globo que investigue as relações espúrias que existem entre o Detro e a Fetranspor. Coloco-me à disposição para, através de documentos, fazer a comprovação.Além da perda dos postos de trabalho por parte dos trabalhadores do transporte alternativo, perde a população, habituada a escolher o meio de transporte de sua preferência para os seus deslocamentos".

Deputado Estadual Paulo Ramos
(Presidente da Comissão de Trabalho da Alerj e autor do requerimento de uma CPI para investigar irregularidades no Detro)

terça-feira, 23 de junho de 2009

Paulo Ramos apóia greve dos fazendários

O líder do PDT participou da manifestação dos fazendários do estado do Rio de Janeiro, hoje à tarde, 23/6, na esquina da Rua D. Manoel com o prédio da Alerj. Os fazendários estão em greve e querem ser recebidos pelo secretario de fazenda do Governo do Estado.


Ramos e servidores contra o desmonte do serviço público

Paulo Ramos presidiu audiência pública da Comissão de Trabalho, 23/5, que discutiu o desmonte do serviço público através de uma série de medidas que estão senod tomadas pelo governo estadual. Participaram da audiência entidades e associações representativas dos funcionários públicos.

Debate sobre situação dos doentes mentais

Programa da TV Alerj debateu a situação dos doentes mentais e de seus familiares. O deputado Paulo Ramos recebeu a dra. Fátima Vasconcelos, presidente da Associação Psiquiátrica do Rio de Janeiro e o dr. Paulo Ferreira Barbosa, psiquiatra do Ministério da Saúde.

quarta-feira, 17 de junho de 2009

O projeto das OSs é imprestável!

Pronunciamento do deputado estadual Paulo Ramos, líder do PDT na Alerj, feito em 16/6/2009, no Plenário da Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro, sobre o projeto que transfere às organizações sociais (ONGs) a gestão da área de cultura do Estado do Rio de Janeiro.

"Esse projeto de OS é imprestável.
A cultura é uma expressão espontânea da sociedade e é preciso que o poder público crie mecanismos de estímulo para que o povo possa se manifestar, possa se expressar através da música, do teatro, da dança, da pintura, de todas as formas de manifestação cultural da alma humana. Por que procurei conhecer as pessoas que giram em torno desse projeto? Em função do absurdo que ele encerra. Tomo conhecimento de que há no Ministério Público uma investigação. Há no Ministério Público um inquérito civil que, se ainda não chegou a determinadas conclusões – seguramente a elas vai chegar –, pelo menos demonstra que as envolvidas, não só a Dalal Aschar, uma figura de renome na cultura, mas também a própria Adriana Rattes e Carla Camurati, todas elas, são sócias de empresas destinadas ao comércio da cultura. Existe uma diferença entre o comércio da cultura e a cultura pública, mas elas são dedicadas ao comércio da cultura, são empresárias. Se uma, a Dalal Aschar, alcançou a notoriedade, as outras, em termos empresariais, não alcançaram igual sucesso. Mas é preciso dizer que Dalal Aschar alcançou sucesso com o uso – e, talvez, o abuso – do Theatro Municipal. Constam aqui as empresas das quais elas são associadas. São interessadas empresarialmente nesse projeto. Esta Casa não pode se conformar, primeiro, com o projeto em si e, muito mais ainda, com o projeto depois da retirada do Theatro Municipal, porque ele continua nocivo ao sentido maior da cultura pública – é lesivo, como diz o amantíssimo Deputado Caetano Amado, ao interesse público. Consta aqui uma chamada Associação de Amigos do Theatro Municipal. Amigos de quê? Não sei, mas está aqui documentado como é feita a distribuição dos recursos em um contrato de patrocínio com a Petrobras, usando-se o Theatro Municipal. Não usa o pessoal do Theatro Municipal, o corpo funcional, coro, orquestra, dança; usa fragmentos, mas distribuindo recursos principalmente entre aqueles que compõem o mesmo grupo ou são pelo grupo seduzidos. Rotineiramente, são profissionais da cultura que não guardam nenhum vínculo com o Theatro Municipal, mas um é destacado aqui, o próprio diretor da instituição, um maestro de renome que, estando o prédio em obras, e mesmo quando não estava, quase não permanecia no Rio de Janeiro. Dirigia o Theatro Municipal viajando pelo mundo. Já ouvi até uma ou outra pessoa mais perversa dizer que ele seguramente está assessorando o Governador do Estado nos périplos que faz pelo mundo, o que tem sido frequente. O diretor do Theatro Municipal, maestro, também é contemplado com a distribuição dos recursos. Aliás, em cada caso, a ópera tal, tal. Aí, vem lá: diretora, Carla Camurati, 60 mil; Cica Modesto, não sei quantos mil, cada uma deles abocanhando um pedaço. De qualquer maneira, não me parece razoável que o projeto prospere, mesmo depois de retirado o Theatro Municipal. Não é possível, porque a escola pública de teatro, a escola pública de música, isso tudo vai ser desviado para uma OS. Quantos oriundos das camadas populares hoje são renomados e passaram pela escola pública? Quantos músicos? Quem vai ter dinheiro? Vai ser o Estado que vai pagar os gestores? Como isto vai acontecer? E o Teatro Armando Gonzaga? E o Teatro Arthur Azevedo? E a Sala Cecília Meireles que, aliás, também tem uma associação de amigos? Não conheço nenhum parlamentar – nenhum, nem eu – que tenha procurado conhecer as entranhas da manipulação. Mas agora, com essa mensagem absurda, estamos procurando conhecer as entranhas. Acredito que, de toda a área cultural, só alguns equivocados aqui vieram defendendo o projeto. Pelo que eu soube, até o Martinho da Vila, que esteve aqui, quando ouviu as explicações, saiu um pouco arrasado, já desistiu de participar. Daquele encontro, seguramente, foi a figura mais popular que aqui compareceu para dar apoio ao projeto. Até ele já estaria assustado com tudo de que tomou conhecimento, depois de ter aqui comparecido. Tenho certeza de que a maioria esmagadora de todos aqueles que se dedicam à cultura no nosso Estado, e se dedicam sinceramente, estão dizendo ao Governador Sérgio Cabral: fora Adriana Rattes, fora Carla Camurati, fora todos aqueles que querem se aproveitar da cultura pública para interesses privados. Eu disse aqui que o projeto ia criar um monstro com corpo público e cabeça privada. Certamente, é isto que eles representam".

terça-feira, 9 de junho de 2009

Paulo Ramos preside audiência pública sobre fazendários do Rio de Janeiro

O deputado Paulo Ramos presidiu audiência pública (9/6) no plenário da Alerj para discutir a situação dos fazendários. Eles reivindicam o pagamento da retaf e plano de cargos, carreiras e salários. Mais de 500 pessoas compareceram à audiência.

sábado, 6 de junho de 2009

Paulo Ramos defende alternativa popular e de esquerda para 2010



O deputado Paulo Ramos, líder do PDT na Alerj, defendeu o debate franco entre os partidos populares e de esquerda para a definição de um programa comum e de uma alternativa eleitoral para o pleito de 2010 no Rio de Janeiro.
Ramos participou na manhã do sábado (6/6) do ato político, no sindicato dos Portuários, onde o tema foi debatido por representantes do PDT e do PT. Mais de duas mil pessoas participaram do evento. Muitas caravanas vieram da Baixada e do interior do Estado.
(na foto, Paulo Ramos discursa ao lado do prefeito de Nova Iguaçu, Lindberg Farias, e do deputado do PDT, Wagner Montes - fotos de Flávio Ferreira)

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Twitter deputado Paulo Ramos_4/6/2009

Paulo Ramos está inclinado a pedir CPI para investigar veículos de comunicação que não tratam informação e matérias de modo ético from web

Paulo Ramos critica ausência de O Globo na reunião que ouviu o ten.cel. Neves, ex-comandante do BEP, hoje (4/6), na Alerj. from web

Paulo Ramos critica no Plenário cobertura de O Globo no episódio do Batalhão Especial Prisional da PM from web

terça-feira, 2 de junho de 2009

Twitter Paulo Ramos, 02/6/2009

Paulo Ramos quer implantação de mais uma delegacia em Campo Grande. Indicação legislativa é votada hoje, 2/6. from web

Paulo Ramos visita instalações do Estaleiro Sermetal para verificar condições de trabalho, 2/6, 14h. from web

Tenente-coronel Genésio Lisboa Neves Júnior, ex-comandante do BEP, irá depor na Comissão de Segurança da Alerj, 4/6, 9h30, sala 311. from web